Friday, May 18, 2007


Campanha por Uma Temporada 2008 de Beisebol


Grande Liga Paranse de Beisebol


Em conversas com alguns diretores dos clubes que participam das competições no estado do Pará vemos sempre a mesma reação sobre a proposta de criação de uma temporada regular de beisebol com jogos todos os meses durante os o periodo de maio até outubro para a categoria adulta, todos concordam que isto seria o ideal para o crescimento do esporte porém concordam também que seria inviável por causa do calendário de festas e outras competições das associaçãoes nipo brasileiras.
Realmente a organização de um campeonato demanda tempo e além disso uma logística que não é tão simples para acomodação dos atletas que se deslocam de suas cidades para participar dos campeonatos promovidos pela FPBS.
A realização de campeonatos de outras categorias como infantil, softball, pre junior, juvenil etc... também aperta o calendario da FPBS para cogitar a promoção de um campeonato de longa duração, e ainda, aliada a essas limitações, temos o fato de que o beisebol é realizado pela colonia japonesa que mantem um calendario intenso de atividades entre festas e competições de outras modalidades esportivas anualmente. Porém devemos que considerar que esta mesma colonia é a personificação de uma Federação Desportiva.
A idéia da criação de uma Liga Paraense de Beisebol adulto é um sonho para os atletas e para os dirigentes das associações que por outo lado titubeiam em desenvolver a idéia por conta de sua aparente impraticabilidade.

Acreditamos que é possivel a criação de uma Liga onde as equipes joguem uma vez por mes de maio a outubro e vamos defender nossa idéia.

A organização de um campeonato com dois ou três dias de duração não é a mesma coisa que a organização de um unico jogo pela manhã, o que não deveriam atrapalhar a realização dos eventos da colonia japonesa, então não estamos falando aqui de comprometer todos os finais de semana com beisebol, e sim de as equipes se enfrentarem uma vez por mês e um jogo pela manhã de sábado ou domingo e essa seria a base da ideia para realização de um campeonato de longa duração.
A questão de impossibilidade eventual dos jogadores de participação em todos os jogos poderia ser suprida através da inclusão de categorias menores no cameponato, o que por outro lado eliminaria a necessidade de realização de campeonatos juvenil e junior.
Além é claro da possibilidade de formação de apenas uma equipe por associação, pois atualmente existem equipes A e B para quase todos as associações japonesas.

Vamos imaginar que no primeiro final de semana de maio o time do Sants fosse a Tomé Açu encarar os donos da casa no sábado de manhã... Um jogo com 9 innings onde os donos da casa ficariam encarregados apenas de arrajar juizes e pintar o campo (além é claro de divulgar o jogo para atrair o público). A Associação que promovesse o jogo venderia bebidas etc... e por volta de meio dia o jogo teria acabado, sendo que os times que se enfretarm só jogariam de novo daqui a um mês, o que atrairia pessoas para os treinos e manteria a chama do beisebol acesa.

perguntei a alguns jogadores das categorias juveil e junior se eles abririam mão da realização de seus campeonatos para participar da Liga e todos respoderam que sim.

Com uma competição desse tipo o beisebol paraense iria crescer em um ano o equivalente a dez anos, além do que seria mais facil atrair o interesse da midia, do publico e dos patrocinadores com um evento que duraria cerca de seis meses.

Jogos sem limite de tempo, equipes se enfrentando sem o cançasso desgastante de jogar duas, até três vezes no mesmo dia...


Convoco os atletas e dirigentes a pensar sobre isso. Afinal acho que não é tão dificil quanto parece ser.


Renzo Mártires


CAMPEONATO PARAENSE 2007



Aconteceu neste final de semana passado, durante os dias 12 e 14 de maio, o campeonato Paraense de Beisebol que contou com a participação de 6 equipes: castanhal A e B, Sants A e B, Tomé Açu e Amazon.
o trabalho de base que vem sendo desenvolvido com muita seriedade e Castanhal começa a dar frutos. Pudemos observar que os atletas das categorias menores do time de Castanhal tem demonstrado um nivel técnico bastante elevado e nesse sentido prometem uma boa colheita para a categoria principal para daqui a um ou dois anos, ´para corroborar com o que falamos podemos citar a defesa estonteante realizada pelo right fielder do castanhal que possui apenas 16 anos de idade Jeferson que sem sombra de dúvidas foi a jogada mais bonita da competição
Podemos também destacar a grande atuação dos arremessadores do Sants A e B Hiroyuki, Nobuhiro e o arremessador destro do time de Tomé açu.
Foi realmente um deleite ver o arremessador do Sants A, Nobuhiro Hiyura, arremessando depois de uma estadia no CT do Yakult treinando 5 h por dia durante cerca de 2 anos o arremessador tem um nivel técnico que o diferencia dos demais arremessadores, desde a postura no mound até a qualidade de seus arremessos. Com apenas 17 anos de idade, Nobuhiro aparentemente fica um pouco nervoso com a presença de corredores nas bases o que talvez tenha celado o destino de sua equipe ao arremessar um wild pitch que culminou com o roubo do home pelo jogador Eme Tsunoda do Tomé Açu, pois quando o jogo estava empatado em 4 a 4, 2ª e 3ª bases ocupadas, o quarto batedor de tome açu foi para o batter box mas não precisou rebater.
Após um jogo bastante desgastante com o time de Castanhal a equipe de Tomé Açu teve que encarar os descansados e competentes atletas do Sants na final do campeonato.
Ao fim novamente as expectativas se confirmaram o o Sants A foi consagrado campeão paraense de 2007 por um placar folgado de 8 a 0 sobre os filhos de 4 Bocas.
Está de parabéns a organização do evento, por outro lado entristece ver o desinteresse do publico que diminui a cada ano nas arquibancadas.
Os Búfalos de Belém não participaram do campeonato pois estão em processo de filiação que deve findar a tempo de viabilizar su participação no Campeonato Norte e Nordeste e Julho.
Parabéns aos grandes do Sants A, aos bravos de Tomé-Açu, aos Promissores atletas de Castanhal e aos incansáveis do Amazon.

Renzo Mártires

Friday, April 20, 2007


FEDERAÇÃO PARAENSE DE BEISEBOL E SOFTBOL

CALENDÁRIO 2007

DATA

TORNEIO

CAMPO

10 e 11/03

Ø 11º torneio de beisebol Juvenil (a partir de 1989).

Ø 5º torneio de beisebol Pré-Júnior (a partir de 1993).

AMAZON

31/03 e 01/04

Ø 33º torneio de beisebol Infantil (a partir de 1995).

Ø 3º torneio de beisebol júnior (a partir de 1991).

CASTANHAL

28 e 29/04

Ø 28º torneio de softbol feminino.

Ø 9º torneio de beisebol pré-infantil (a partir de 1997).

SANTA IZABEL

12 e 13/05

Ø 24º torneio de beisebol adulto.

CASTANHAL

09 e 10/06

Ø 6º torneio de beisebol pré-júnior(1993)

Ø 4º torneio de beisebol veterano

TOMÉ-AÇÚ

13,14 e 15/07

Ø 51º torneio N/NE de beisebol adulto.

SANTA IZABEL

25 e 26/08

Ø 34º torneio de beisebol Infantil (a partir de 1995).

Ø 4º torneio de beisebol Júnior (a partir de 1991).

SANTA IZABEL

08 e 09/09

Ø 12º torneio de beisebol juvenil (a partir de 1989).

Ø 7º torneio de beisebol Pré-Júnior (a partir de 1993).

CASTANHAL

22 e 23/09

Ø 7º torneio de softbol adulto.

AMAZON

27 e 28/10

Ø 29º torneio de softbol feminino.

Ø 10º torneio de beisebol Pré-Infantil.(1997)

CASTANHAL

03 e 04/11

Ø 5º torneio de beisebol veterano.

Ø 35º torneio de beisebol Infantil (à partir de 1995).

AMAZON

24 e 25/11

Ø 8º torneio de softbol adulto.

TOMÉ-AÇÚ

Tuesday, October 31, 2006

Bufalos e UFPa ensinam crianças carentes a jogar beisebol


Foi dado o início à Parceria da Associação Desportiva Búfalos do Beisebol com a Universidade Federal do Pará, através de seu Departamento de Educação Física, ao Programa de Beisebol do Projeto Riacho Doce.

O " PROJETO RIACHO DOCE - PRD", é uma proposta acadêmico-social de ação complementar à escola, desenvolvida pelo Departamento de Educação Física do Centro de Educação da UniversidadeFederal do Pará - UFPA, com o apoio do Instituto Ayrton Senna - IAS, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, da Secretaria Nacional de Esportes - SNE e do Banco da Amazônia - BASA.
O principal objetivo do Projeto Riacho Doce é dar oportunidade para que crianças e adolescentes de 07a14 anos desenvolvam o seu potencial pela busca da formação integral, com o aprimoramento de competências pessoais, sociais, produtivas e cognitivas para o sucesso na vida e na escola, capazes de promover melhorias na qualidade de vida.
Os participantes são oriúndos de famílias desfavorecidas social e economicamente que residem no entorno do Campus Universitário do Guamá e no PRD vivenciam atividades esportivas, pedagógicas e artístico-culturais, recebendo atendimento odontológico, psico-social e de enfermagem, além de complemento alimentar.
Todas as ações realizadas estão comprometidas com a formação integral dos beneficiados e fundamentam-se numa proposta em que o Esporte é tratado com fins educacionais e concebido enquanto eixo estruturador dos projetos didáticos, assumindo a " centralidade programática " nas diferentes áreas de conhecimento.
Neste contexto, as atividades contribuem para a construção da " CULTURA DA PAZ " preconizada pela UNESCO, através da prioridade para a criação de condições para o exercício pleno dos direitos humanos.
O trabalho é desenvolvido por alunos universitários de áreas convergentes do Esporte ( Educação Física, Pedagogia, Educação Artística, Ciências da Computação, Psicologia, Serviço Social, Odontologia, Enfermagem Comunicação Social e Administração ), substituidos periódicamente,e coordenados por uma equipe multidisciplinar de professores.
O PRD funciona nas instalações do Complexo Esportivo da UFPA (campus III) cuja estrutura física foi significativamente reformada e ampliada pela construção de diversas edificações multifuncionais, utilizando recursos não reembolsáveis proporcionados pelo BNDES.
A Parceria da Associação Desportiva Búfalos do Beisebol já teve início e conta com a inclusão em seu programa de beisebol de 50 crianças na faixa etária de 12 a 14 anos de idade. O programa com inspiração no Projeto Beisebol Solidário da Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol objetiva iniciar na prática do esporte as crianças atendidas pelo Projeto Riacho Doce.

Maiores informações obre o Projeto estão disponiveis no endereço: http://www.ufpa.br/prd/

Saturday, July 15, 2006



Após um jogo emocionante, entre Bufalos e Manaus A, decidido somente na última entrada, os Bufalos comemoraram o títulos de campeões Norte/Nordeste de Beisebol - Série Prata.

Os Bufalos de Belém são campeões Norte e Nordeste de Beisebol (categoria adulta - Série Prata).
Em uma competição realizada durante os dias 07, 08 e 09 de julho, pela Federação Paraense de Beisebol e Softball, na cidade de Sta Isabel do Pará (há 40 km de Belém) os Bufalos se consagraram campeões, após uma final emocionante contra a equipe de Manaus.
A Competição reuniu 11 equipes (3 de Belém, 2 de Sta Isabel, 2 de Manaus, 2 de Tomé-açu e 2 de Castanhal/Pa) na disputa pelos títulos ouro e prata. O grande campeão da série ouro foi a equipe da casa, o Sants A, que bateu o Sants B na final, confirmando a espectativa da maioria.

CONTINUA....

Thursday, June 08, 2006

Os Bufalos de Belém podem se unir ao Amazon



Os Bufalos de Belém podem se unir ao Amazon

Está em negociação a união das duas associações – Associação Desportiva Bufalos do Beisebol e Amazon Country Clube – para a o surgimento do que seria "O Amazon Bufalos".
O presidente dos Bufalos está negociando diretamente com a diretoria do Amazon, através de seu presidente, Sr.Alencar, para concretizar a intenção de unir os dois clubes.
O Beisebol de Belém do Pará é considerado um dos mais fracos do estado, e vem colhendo ultimamente resultados inexpressivos nos campeonatos estaduais e regionais, ficando sempre atrás dos clubes do interior do estado. A união das duas associações, em tese, fortificaria o beisebol da capital do Pará, uma vez que reuniria todos os atletas do beisebol em uma só equipe de Belém.
O Amazon e os Bufalos já vem "namorando" há algum tempo, pois os Bufalos já treinam no campo do Amazon em conjunto com os atletas dessa instituição há mais de 1 mês, enquanto os termos de fusão das associações vem sendo elaborados.
O presidente dos Bufalos, Sr Renzo Freire Mártires, está animado com a possibilidade e disse que vê grandes possibilidades caso essa venha a se concretizar. Os Bufalos apresentaram à diretoria do Amazon um plano de revitalização do beisebol para Belém, que inclui uma série de ações objetivando o fortalecimento do esporte, como a adoção de uma parceria com uma instituição renomada no ensino de língua inglesa de Belém para trazer seus alunos para a prática do beisebol. No entanto, o plano de união das duas associações tem esbarrado em alguns obstáculos, como adoção do nome "Bufalos do Amazon" e o valor das mensalidades a ser cobrado pelo Amazon, por conta da utilização de sua estrutura, pontos que estão em negociação e que devem ser resolvidos em breve.
Portanto, não se espantem se em breve começarem a ouvir falar nos Bufalos do Amazon, nome que, em minha opinião, ficou extremamente charmoso.

Cleyton Belmiro

Termos Beisebolísticos




Termos Beisebolísticos.

Entre outras coisas, como custo dos equipamentos, falta de divulgação e mesmo a complexidade inerente ao esporte, a assimilação do beisebol no Brasil se torna ainda mais difícil pelos termos relacionados ao esporte. São termos em inglês pronunciados com sotaque japonês, que se misturam a termos em português, causando uma confusão na cabeça daqueles que se deparam com o esporte pela primeira vez.
Posso dizer isso "de cadeira" pois em nosso time temos jogadores americanos, venezuelanos, cubanos, brasileiros, nisseis e panamenhos, a comunicação tem tropeçado em terminações que criam histórias interessantes, pra não dizer, em muitas oportunidades engraçadas.
Vejamos alguns termos:

Guante – Glove – Luva – Gurobo
Pelota – ball – bola – Boru
Doble Play – queimada dupla - getsu (deve ser de get two, pegar dois em inglês)
Kai – inning – entrada
Mascara – careta - men
Jardineiro central – center field – Senta. (de onde tiraram esse jardineiro afinal!?)
Goró – ground ball – bola quicando
In field – gaya, outfield naya

E por aí vai... Nesse panorama somente o strike é sempre strike. Pelo menos alguma coisa!Se formos analisar, essa importação de termos é normal, vejamos o caso do futebol, onde os termos em inglês acabaram sendo "abrasileirados": Goal, Penalte, porém o beisebol sofre com uma infinidade de termos, alguns que sequer se prestam à tradução.Quem joga beisebol e assiste a algum filme americano dublado na televisão, onde apareça uma narração de um jogo, entende o que eu estou falando.
De qualquer forma, esse é um processo normal pelo qual passam as palavras estrangeiras antes de serem incorporadas ao português.
Mais interessante seria se levássemos a tradução ao pé da letra a sério como fazem nossos patrícios portugueses:Home seria casa
Shortstop seria o paradacurta (já pensou a encarnação)
Catcher ia ser o pegador (coitado desse)
Homerun seria a corrida pra casa
Não acho que seria muito apropriado.
Pra concluir, penso que no fim a tendência japonesa vai ditar as regras da adaptação dos termos "não traduzíveis" para o português:
Vamos chamar, out de auto e homerun de romuram mesmo
Viva o Baseball, beisbol, yakiyu, beisebol, basebola ou seja lá como queiram!

Venezuela; O País do Beisbol a um passo de Manaus.


Venezuela; O País do Beisbol a um passo de Manaus.

Distância que separa Belém de Manaus é de 5.298 km,e o acesso se dá somente por ar ou via fluvial, no entanto o time de manaus tem comparecido a competições no Estado do Pará regularmente.
É de se compreender que muitos jogadores do time de manaus, por serem paraenses, aproveitam a oportunidade para rever os amigos e parentes, e é fato que o beisebol no Brasil está indissociavelmente atrelado à colônia japonesa, e nesse sentido, esse esporte se torna um meio de unir e confraternizar os descendentes de japoneses da Amazonia legal.
Todavia, penso, que apesar do amadorismo que reveste o esporte atualmente no Brasil, é realmente inexplicável que o time de Manaus jamais tenha cruzado a fronteira com a Venezuela (num feriadão prolongado por exemplo), com acesso por terra (boa estrada) e muito mais perto do Amazonas que o Pará, para jogar no país do beisebol.
Com um nível técnico bastante avançado, os venezuelanos tem o beisebol como esporte principal de seu país, e teriam muito a contribuir com o beisebol do Amazonas.
Nós da Amazônia estamos realmente muito afastados do centro do Beisebol nacional (centro-sul) pelas grandes distâncias de nosso país continente, o que de certa forma nos isola e obsta um melhoramento no nível técnico de nossos jogadores, por outro lado estamos perto do país mais aficcionado pelo beisebol em toda a américa do Sul, com grades nomes na Major League como Miguel Cabrera, Alex Cabrera, Ruben Quebedo, Clemente Alvarez e vários outros, portanto temos que começar a nos beneficiar desta vantagem.
É realmente estranho que o time da Manaus não jogue com uniformes de excelente qualidade vendidos por até mesmo por ambulantes na fronteira do Brasil com a terra do Petróleo menos da metade do preço dos uniformes vendidos no Brasil. Sem contar que na Venezuela encontra-se uma das maiores fábricas da América latina de artigos desportivos para beisebol e softbol, que produz luvas, bolas etc.. de ótima qualidade também a um preço bem menor que o dos equipamentos vendidos no Brasil.
Seria bom que os nossos irmãos manauaras começassem a pensar a respeito desse intercãmbio (trazer técnicos, realizar oficinas e jogos amistosos etc..), que penso eu, por razões óbvias, só contribuiria para o crescimento e amadurecimento do beisebol em nossa região e para, num futuro não muito distante deslocar um pouco a centralização do beisebol no Brasil.

Editorial


EDITORIAL

O Base e Bola nasceu em fevereiro de 2006, como um panfleto desportivo para divulgar o beisebol e softbol paraenses, objetivando assim contribuir com a popularização do esporte em nosso estado.
Todavia, com o passar do tempo resolvemos ampliar a discussão para o âmbito nacional, impulsinados pelo crescente interesse que o esporte vem despertando nos brasileiros que estão além das fronteiras do Pará, e ainda motivados com o surgimento de novos times e atletas que se utilizam da rede para converger seus interesses em praticar o beisebol e softbol.

Criamos então essa página que tem por objetivo informar e discutir o beisebol nacional em todos os seus aspectos.

Apesar de este ser um periódico em sua essência esportivo, achamos interessante ir além da divulgação de resultados de competições, e adentrar os bastidores do Beisebol e do Softbol para contar histórias que venham interessar, não somente aos fãs e atletas do esporte, mas ao público em geral, objetivando assim somar para a democratização, disseminação e desenvolvimento do Esporte dos bastões no país do futebol.


Renzo Mártires